Matéria no Portal ORM

Ontem, dia 10 de dezembro, Dia do Palhaço, fomos notícia no Portal ORM (jornal eletrônico das organizações O LIBERAL). Apesar de alguns errinhos, a matéria ficou bem legal. Confira:

10/12/2011 – 13h56

Quem resiste a uma palhaçada? Saiba mais sobre os profissionais do riso!

O nariz vermelho, as roupas coloridas e o bom humor sempre estão presentes na alma desses verdadeiros ‘reis da alegria’. Neste sábado (10), dia dedicado ao palhaço, o Portal ORM foi atrás de uma trupe bem conhecida do público paraense: Os Palhaços Trovadores. Em quase uma hora de conversa, descobrimos que os ‘palhaços’ enfrentam muito problemas, mas no final, os contornam com uma boa risada.

Com 13 anos de carreira completados no mês de novembro, a trupe dos Palhaços Trovadores é formada por 16 atores e atrizes que descobriram um verdadeiro dom: unir a linguagem do teatro com a técnica do palhaço. Uma combinação mágica de se ver. Utilizando a liguagem do clown, o grupo formado na Escola de Teatro e Dança da Universidade Federal do Pará, em 1998, foi o primeiro da região Norte a trablahr e pesquisar essa linguagem que valoriza a cultura popular paraense utilizando trovas e folguedos, além de outros elementos como lendas, canções, mitos e trovas bem conhecidos pelos paraenses.

‘Tudo aconteceu por acaso, viajei e tive contato com um grupo no Rio de Janeiro que utilizava a linguagem do palhaço e me apaixonei. Depois, comecei a pesquisar e resolvi fazer um curso na ETDUFPA (Escola de Teatro e Dança da UFPA) e foi desse curso que surgiu ‘Os Palhaços Trovadores’ e os primeiros atores que estão até hoje’, explica Marton Maués, diretor do grupo e professor da ETDUFPA. Para Marton, trabalhar com a linguagem do palhaço é algo muito gratificante. ‘O palhaço é o sacerdote da bobagem. É um personagem ligado ao riso, então, é fundamental o nosso papel e o trabalho do grupo’, explica Marton, lembrando que seus grande ídolos foram os palhaços ‘Picolino’ e ‘Alecrim’.

Apesar de estar um pouco esquecido pelo público brasileiro, a figura do palhaço está muito presente principalmente em Belém. ‘Hoje já existe e está sendo construída toda uma linguagem teatral relativa às técnicas circenses. O trabalho já existe há algum tempo e isso só tende a crescer’, diz. Atualmente, a trupe está desenvolvendo o projeto ‘Palhaçadas de Quinta’, que surgiu em 2010 e é apresentado pelo grupo toda às quintas de cada mês. De acordo com Marton, o objetivo do projeto é garantir a arte do palhaço enquanto linguagem das artes cênicas, além de potencializar a ‘Casa do Palhaço’, espaço conquistado pelo grupo, onde a trupe ensaia e realiza os espetáculos.

‘As dificuldades são as mesmas que todo artista enfrenta. É difícil sobreviver da arte, mas nós construímos uma história muito bonita junto com o público paraense e isso é muito gratificante’, finaliza Alessandra Nogueira, uma das ‘palhaças do grupo’. ‘Os Palhaços Trovadores representam a alma do palhaço. Esse ser capaz de nos fazer sorrir e sonhar que o mundo pode ser melhor, a começar por uma boa risada’, completa.

Para conferir a matéria na íntegra, acesse o http://www.orm.com.br/2009/noticias/default.asp?id_noticia=567482&id_modulo=23

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