Intervenção Clown no Ver-O-Peso

Amazônia Jornal, 22/01/2012.

Quem esteve na manhã de ontem no Ver-o-Peso, um dos pontos turísticos de Belém, ganhou um dia especial com alegria e diversão. Um grupo de palhaços, atores, professores e dançarinos de diversas partes do Brasil, que se reúne uma vez por ano em qualquer lugar do País ou do mundo, brincou livremente com o público. Os palhaços Trovadores de Belém também ajudaram a fazer a festa. O grupo faz mostra ao público, pela primeira vez, ainda esta semana, em Belém. Segundo Carlos Simioni, um dos dirigentes do grupo de pesquisa, eles fazem parte do projeto Conexão Belém Internacional Núcleo de Pesquisa em Dança Pessoal e estão na cidade desde o último dia 16. “Resolvemos vir a Belém para compartilhar experiências com artistas locais. É um grande encontro que visa confraternizar com atores daqui, que são especiais, super profissionais e competentes. Fazer essa troca é um ganho. Essa cidade tem um diferencial porque a energia das pessoas é cativante e o povo é receptivo. A gente consegue ver isso no resultado dos espetáculos. O palhaço está com o povo e, de repente, a pessoa distribui sorrisos, isso não tem preço”, disse. Para Marton Maués, diretor do grupo Palhaços Trovadores, a atividade no Ver-o-Peso serve de treinamento e, ao mesmo tempo, ajuda a compartilhar os conhecimentos do grupo junto à comunidade. “A interferência junto ao público é rica e essencial para o palhaço existir tanto no palco quanto na rua, porque ele aprende sobre a utilização da linguagem, na relação livre com o público. O palhaço se descobre e descobre o outro, vê as questões do cotidiano como comer, brincar, pegar um ônibus, tudo está relacionado ao seu modo de ver o mundo”. O mais jovem palhaço era Alex Leal, 13 anos, que há dois anos leva diversão ao público e faz malabarismo com bola, claves e aro. “É muito divertido ser palhaço, fico mais divertido e levo alegria às pessoas. Tem gente que pode até não gostar, mas acaba se envolvendo. Quis ser palhaço pela diversão e para conquistar mais amigos. Quero ser palhaço por muitos anos e aqui no Ver-o-Peso é muito bom porque é muita gente diferente e todas são divertidas”. Na quinta, 26, o grupo se apresenta ao público, pela primeira vez, no Teatro Universitário Cláudio Barradas. Neste mesmo espaço, acontece o espetáculo “O Funeral”, com atores estrangeiros da Costa Rica, quarta, 25. Na sexta, 27, o ator belenense Rodrigo Braga apresenta o “Corpo Santo”, espetáculo experimental, sempre as 20h. O teatro fica na rua Jerônimo Pimentel, 546, esquina com Dom Romualdo de Seixas, no bairro do Umarizal.

Disponível em: http://www.orm.com.br/amazoniajornal/interna/default.asp?modulo=222&codigo=574044

Foto de Marton Maués

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