NOSSOS ESPETÁCULOS

Sem peconha eu não trepo neste açaizeiro: utilizando trovas e canções populares, aborda o universo dos mitos e lendas amazônicos (uirapuru, boiúna, boto, iara), através de cenas engraçadas e líricas. Roteiro: coletivo. Direção: Marton Maués. Estreia: novembro de 1998. Tempo de duração: 45 minutos.

O singelo auto de Jesus Cristinho: Inspirado na tradição dos autos natalinos, entre nós conhecidos como pastorinhas, o espetáculo mostra o nascimento do menino Jesus, que é também, para os Trovadores, o nascimento de um pequenino clown. Roteiro: Wlad Lima. Direção: Marton Maués. Estreia: dezembro de 1998. Tempo de duração: 45 minutos.

O boi do Romeu no curral da Julieta: adaptação de uma das mais famosas obras do dramaturgo inglês William Shakespeare, Romeu e Julieta, para o universo do folguedo popular do boi-bumbá, em que Julieta é a Catirina do Boi Capuleto, e Romeu um “tripa” apaixonado. Roteiro e adaptação: Wlad Lima. Direção: Marton Maués. Estreia: junho de 1999. Tempo de duração: 60 minutos).

Clown sois o lírio mimoso: performance realizada para o espetáculo/cortejo “Auto do Círio”, realizado pela Escola de Teatro e Dança da UFPA. Apresenta, com muito humor e graça. a agenda da Santa (Nossa Senhora de Nazaré) para o mês de outubro. Roteiro: coletivo. Direção: Marton Maués. Estreia: outubro de 1999. Tempo de duração: 25 minutos.

A quadrilha dos Trovadores no caminho da Rocinha: quadrilha junina em que os passos tradicionais – como maresia, serrote, túnel etc.- se transformam em cenas engraçadas, sempre envolvendo o público, que brinca junto com os palhaços, estes caracterizados como bandidos caipiras, pertencentes a uma famosa “quadrilha” que sai de Belém rumo à favela da Rocinha. Roteiro e direção: Marton Maués. Estreia: junho de 2001. Tempo de duração: 45 minutos.

A morte do patarrão: performance criada para o espetáculo/cortejo “Auto do Círio”, mas passou a ser apresentado de forma independente do evento. Fala, de forma crítica, da mudança de uma das mais famosas tradições paraense à época do Círio de Nazaré: a degustação do pato no tucupí, no almoço após a procissão. O pato some e começa a ser substituído pelo peru da Sadia. Roteiro: coletivo. Direção: Marton Maués. Estreia: outubro de 2001. Tempo de duração: 25/30 minutos.

Amor Palhaço: espetáculo que fala do amor sob a ótica do palhaço. Tem um fio condutor, que divide as cenas, em um número de seis: um palhaço que entra em três momentos, procurando sua amada. No primeiro momento, menino, ele carrega um buquê de rosas em botão. No segundo momento, adulto, ele carrega um buquê de rosas abertas. No terceiro, velho, ele carrega um buquê de rosas murchas. Roteiro: coletivo. Direção: Marton Maués. Estreia: outubro de 2002. Tempo de duração: 60 minutos.

O aniversário do alto do Círio: performance criada para o espetáculo/cortejo “Auto do Círio”, em comemoração aos dez anos do evento. Mostra os palhaços se preparando para o aniversário do Alto do Círio, revelado mais tarde como um palhaço bem alto, de quase dois metros de altura. A animação dos palhaços, presentes e mensagens de parabéns ao Alto acabam provocando ciúmes na Virgem de Nazaré, a grande homenageada e motivo da Festa do Círio. Ao final, p aniversário do Alto do Círio transforma-se num grande e festivo evento celebrativo à Virgem de Nazaré e ao espetáculo “Auto do Círio”. Roteiro: Wagner Lins. Direção: Marton Maués. Estreia: outubro de 2003. Tempo de duração: 15 minutos.

A singela cantata de Jesus Cristinho:  espetáculo que canta e conta o nascimento de Jesus Cristo, nos moldes doos autos natalinos. Roteiro e direção: Marton Maués. Estreia: dezembro de 2003. Tempo de duração: 25 minutos.

Secretária, traz um quilo de bombom: resultado da bolsa de Pesquisa, Experimentação e Criação Artística do Instituto de Artes do Pará (2004), através do projeto encaminhado pela atriz Cleice Maciel, o espetáculo faz um levantamento da arte circense em Belém do Pará, com destaque para dois artistas, o palhaço Alecrim e o mágico Chamon, ambos falecidos, mostrando o trabalho destes mestres sob o olhar do clown. Roteiro e direção: Cleice Maciel, Marcos Vinícius e Marcelo David. Coordenação geral: Marton Maués. Estreia: dezembro de 2004. Tempo de duração: 50 minutos.

Ó, Abre Alas!: brinquedo carnavalesco, que retoma antigas marchinhas e a ideia dos blocos de sujos, apresentado em ruas e bares de cidade. Roteiro: coletivo. Direção: Marton Maués. Estreia: fevereiro de 2005. Tempo de duração: 50 minutos.

O hipocondríaco: livre adaptação do clássico francês O doente imaginário de Molière para o universo do palhaço, utilizando elementos dos folguedos populares. Montada com canções originais. Recebeu o prêmio Myriam Muniz da Funarte. Direção: Marton Maués. Estreia: novembro de 2006.

O mão de vaca: livre adaptação da obra O avarento, também do dramaturgo francês Molière. Direção: Marton Maués. Estreia: fevereiro de 2010.

O menor espetáculo da Terra: espetáculo que mostra o universo do circo e de seus artistas, na dimensão do boneco, realizando um jogo entre este e o palhaço, no caso também manipulador. A proposta é realizar um espetáculo que mostre a beleza do universo do circo, suu estrutura, seus artistas, através da fusão de duas linguagens artísticas bem populares no teatro paraense: a arte do palhaço e a arte dos bonecos. Roteiro: Cleice Maciel, Marcelo Villela, Marcelo David, Isac Oliveira, Rosana Darwich. Direção: Aníbal Pacha. Consultoria técnica: Marton Maués. Estreia: agosto de 2010. Tempo de duração: 45/50 minutos.

REPRISES: RETALHOS DE RISO: Espetáculo que reúne cenas tradicionais de circo com outras criadas pelos próprios Palhaços Trovadores.

QUER BOLACHA? é o primeiro espetáculo-solo de Antônio do Rosário. Em cena, veremos o palhaço Black num ar descontraído e brincalhão, o qual estará em seu quarto com seus amigos: o público. Este será convidado a entrar no universo desse palhaço, que tem os ares de um punk, de um rockeiro, mas também é um bobalhão e um romântico. Entre brincadeiras, risos e palhaçadas, Black vai transitando em suas lembranças e saudades, nos revelando algumas histórias de três figuras familiares: D. Maria (mãe), Seu Raimundo (pai) e Seu Luís (tio). Direção: Suani Corrêa; Assistente de Direção: Adriana Cruz. Estreia: junho de 2015.

Tempo de duração: 50 minutos.

QUEREM CAFEREM? O espetáculo faz uma trajetória das experiências vividas pela atriz-palhaça Romana Melo, sociabilizando o seu prazer em cozinhar, a relação com a mãe, com o alimento e com a palhaçaria, na perspectiva de desnudar o que quer com o teatro, trazendo ao universo da cozinha onírica, três personagens totalmente envolvidas com o prazer de cozinhar: a atriz e nutricionista, a Palhaça (Estrelita) e o Palhaço (Uisquisito): na verdade, todos são Romana Melo, mostrando o entrelaçamento dos três personagens, baseado nas recordações de infância, experiências de adulta e no fazer artístico da palhaçaria, pela atriz. Rica em memórias e elementos da sua vida, a cena envolve realidade e imaginação, temperadas com aroma de café.

Roteiro: Romana Melo. Direção: Alessandra Nogueira. Consultoria técnica: Marton Maués. Estreia: abril de 2016.

tempo de duração: 60 minutos.

A Vingança de Ringo é um autêntico dramalhão circense, de autor desconhecido, inspirado nos filmes de bang bang tão comuns nas décadas de 1960 e 1970. Era praxe, entre os artistas circenses daquela época, escreverem peças inspiradas no que estava em voga na época: filmes, canções, novelas de rádio. Exemplo bem significativo são as adaptações das canções Coração Materno e O Ébrio, de Vicente Celestino, que viraram peças de muito sucesso nos circos brasileiros, percorrendo todo o território nacional, pois eram montadas em todos os circos, repassadas oralmente de pai pra filho, ao ponto de se desconhecer a autoria da maioria delas. Direção: Marton Maués. Estreia: dezembro de 2016.

tempo de duração: 60 minutos.

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3 comentários sobre “NOSSOS ESPETÁCULOS

  1. Noto que há uma riqueza circense nas propostas de interpretação, mas também um notório distanciamento da grande massa, principalmente do público infanto-juvenil. Precisamos de mais acessibilidade, principalmente nas escolas. Pensem nisso!

    1. Rita, nossos espetáculos são pensados para todos os públicos, logo,contemplamos o público infanto-juvenil.

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